- Cruzes! Credo! Canhoto! Bate na madeira!!
Adoro bebés! Adoro olhar para eles, cheira-los, dar-lhes beijinhos, brincar. Depois, quando a fralda fica suja ou quando começam a chorar, adoro ainda mais passá-los aos pais deles!
À medida que os filhos vão crescendo, vamos atingindo um nível de independência e de liberdade que sabe muito bem depois de passarmos 4 anos a viver [quase] em exclusivo para eles.
São 10:00 da manhã de Domingo. Eu ainda estou na cama. Não acordei às 6:00 para dar biberons e ir para o sofá ver bonecos e isso agrada-me imensamente. Também me agrada imensamente pedir para irem arrumar o quarto, para irem por a mesa, para irem tomar banho ou para dobrarem cuecas. São eles que cuidam da alimentação do cão sozinhos ou limpam alguma asneira que ele faça, fazem as suas lancheiras da escola e preparam parte do pequeno-almoço.
É uma sensação de liberdade muito boa! Mesmo muito boa! Eu diria mesmo, extremamente agradável. Parece que cheguei a uma meta. Ou a um patamar VIP do jogo. Existem outras preocupações chatas com estas idades. Mas a dependência física acabou.
É por isso! É por isso que eu não pretendo ter mais filhos! É por isso que quando me perguntam se eu não gostava de casar e ter mais filhos, depois da resposta instantânea, vem sempre :
- Ele que venha já com um ou dois feitos! E de preferência com uma ex-mulher saudável que não há paciência para psychos...
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